Thursday 22 November 2018
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zerozero - 16 days ago

CRÓNICA | Oitavos? Ainda não são realidade, mas parecem destino

Um triunfo natural do FC Porto frente ao Lokomotiv, pelo mesmo resultado que registara em Moscovo, deixou os drag es a um curto passo dos oitavos de final, que s com uma hecatombe n o far o parte do caminho azul e branco para esta temporada. Os mesmos tr s jogadores que marcaram os golos do triunfo em Moscovo repetiram a fa anha contra os russos, agora no Drag o, e tornaram real o que desde cedo pareceu simples. Com o esperado regresso ao 4x3x3 habitual em noites milion rias, Concei o fez regressar Herrera, que juntou a Danilo e O liver, e o mexicano valeu o primeiro festejo, ainda mal os adeptos se tinham sentado nas cadeiras azuis. J l vamos. Na frente, Marega como nica refer ncia mas com a tend ncia natural para descair para os flancos, com Brahimi e Corona nas alas e pelo menos um dos m dios centro a aproximar-se da zona de finaliza o, como aconteceu cedo. At dava para mais {IMGHALF|ESQ|524692}Muita chuva a cair, vento frio, apito inicial, minuto e meio jogado. Marega a descair muito para a direita e a receber um passe de Maxi antes de atrasar para a finaliza o do capit o. Muito cedo ficava tudo encaminhado, muito cedo se sentiam as fragilidades da equipa russa. Com decis es mais criteriosas em fases de decis o e talvez mais uma arma no ataque, bem podia o FC Porto ter somado mais uns quantos golos na primeira parte. Marcaria mais um, l para o fim. Com alguns erros defensivos, tamb m podia ter sofrido, verdade, mas o ascendente sobre um advers rio que falhava e facilitava demasiado em zonas recuadas era evidente. O FC Porto estava atento a esses erros, recuperava a bola na frente e impunha ritmo, mas n o conseguia aproximar-se do segundo golo com a naturalidade que o contexto do jogo faria adivinhar. Do outro lado, os m dios da equipa russa - Manuel Fernandes inclu do - utilizavam E der como piv e encontravam alguns espa os para tentarem a sorte de longe, sem sucesso. Do lado azul e branco, O liver mexia os cordelinhos mas seria Herrera o fator decisivo, mais uma vez, desta vez a servir Marega j perto do intervalo com um belo passe picado a que o maliano correspondeu com a finaliza o por baixo das pernas do guarda-redes. Entrada assustou... Se a entrada portista na primeira parte tinha deixado a pr xima fase da prova bem encaminhada, a entrada da Locomotiva russa na segunda foi a todo o vapor e ainda deu para alguns sustos. Pelo meio, Corona acertou no poste, mas eram os russos que mais procuravam o golo e foi Jefferson Farf n quem o consumou de cabe a. Os tr s pontos, que o FC Porto tinha tudo para conquistar, j n o pareciam t o garantidos. Havia erros defensivos que os russos s n o aproveitavam por falta de talento para tal, mas j se tinha visto que numa bola parada ou num qualquer lance infortuito havia margem para os russos procurarem um resultado diferente. Da que o terceiro golo portista tenha sido festejado quase como se de um golo decisivo nos minutos finais se tratasse. ...at que tudo acalmou J t nhamos visto golos de Herrera e Marega, faltava Corona para que o paralelismo fosse quase total (s faltava mesmo que o golo do Lokomotiv fosse do mesmo senhor...). Estava destinado. A exibir a t cnica de sempre e o crit rio de por vezes, o extremo mexicano simulou perante Idowu e juntou-se ficha de marcadores, despedindo-se um pouco depois do encontro. Ainda houve Hern ni a aproximar-se do quarto golo, mas seria mesmo com resultado igual ao de Moscovo que os tr s pontos ficariam no Drag o. Bastar pontuar na pr xima jornada para que os oitavos sejam realidade para um FC Porto que pouco tem facilitado neste grupo.

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