Monday 21 January 2019
Home      All news      Contact us      English
dnoticias - 12 days ago

Falha informática ‘deu’ 100 mil euros a utilizadores de aplicação de estacionamento

Uma falha informática distribuiu ontem cerca de 100 mil euros pelas contas de 14 mil utilizadores da aplicação ePark, da Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa (EMEL), que assegura que a situação está a ser resolvida.Contactada pela agência Lusa, fonte oficial da EMEL explicou que a situação se deveu a uma “falha no ‘software’ da empresa que gere a aplicação” ePark -- ferramenta que permite o pagamento dos parquímetros através do telemóvel.A fonte explicou que o erro aconteceu durante o processo de “conciliação de todos os pagamentos de todos os créditos”, algo que é “feito com regularidade”.“Há um processo informático que faz essa reconciliação toda. Nesse processo, houve um ‘bug’, que a empresa aliás está a estudar”, sustentou.De acordo com a EMEL, a “empresa de ‘software’ está a ver se percebe o que é que aconteceu” para que “fosse depositado dinheiro indevidamente em 14 mil contas”.Segundo a mesma fonte, cerca das 19:30, apenas 111 casos estão por resolver.A empresa disse que ia ficar “tudo resolvido, garantidamente”.A empresa de estacionamento de Lisboa refere que para quem tiver usado este crédito, o dinheiro será debitado “quando fizer o próximo carregamento”.“Ninguém ficará sem poder utilizar o ePark”, assegura a EMEL.Resolvida falha informática que “deu” dinheiro a utilizadores de aplicação de estacionamentoA falha informática que provocou a distribuição de cerca de 100 mil euros pelas contas de 14 mil utilizadores da aplicação ePark, da Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa (EMEL), já está resolvida, informou ontem a empresa.“A EMEL informa que a falha no sistema informático que serve de suporte à aplicação ePark, e que ontem [terça-feira] levou a que fossem creditados, indevidamente, diversos valores nas contas de aproximadamente 14 mil utilizadores, se encontra resolvido, e congratula-se pelo facto de nenhum utilizador ter sido prejudicado”, refere a nota enviada aos jornalistas.A empresa salienta que foi “alheia a esta situação”, mas mesmo assim “lamenta o sucedido e compromete-se a tudo fazer para que tal não volte a acontecer”.Contactada pela agência Lusa na terça-feira, fonte oficial da EMEL explicou que a situação se deveu a uma “falha no ‘software’ da empresa que gere a aplicação” ePark -- ferramenta que permite o pagamento dos parquímetros através do telemóvel.A fonte explicou que o erro aconteceu durante o processo de “conciliação de todos os pagamentos de todos os créditos”, algo que é “feito com regularidade”.“Há um processo informático que faz essa reconciliação toda. Nesse processo, houve um ‘bug’, que a empresa aliás está a estudar”, sustentou.De acordo com a EMEL, a “empresa de ‘software’ está a ver se percebe o que é que aconteceu” para que “fosse depositado dinheiro indevidamente em 14 mil contas”.Segundo a mesma fonte, cerca das 19:30 de terça-feira, apenas 111 casos estavam por resolver, mas a empresa estimava que ficaria “tudo resolvido, garantidamente”, ainda naquele dia.A empresa de estacionamento de Lisboa referiu também que, para quem tiver usado este crédito, o dinheiro será debitado “quando fizer o próximo carregamento”, e que “ninguém” ficaria “sem poder utilizar o ePark”.“Desenvolvida para facilitar o dia-a-dia de quem vive e circula nas ruas de Lisboa, a aplicação ePark da EMEL tem já cerca de 370 mil utilizadores, sendo uma ferramenta essencial para a gestão da mobilidade e do estacionamento na cidade”, é apontado na nota ontem divulgada.

Related news

Latest News
Hashtags:   

Falha

 | 

informática

 | 

euros

 | 

utilizadores

 | 

aplicação

 | 

estacionamento

 | 
Most Popular (6 hours)

Most Popular (24 hours)

Most Popular (a week)

Sources