Thursday 1 October 2020
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diariodigital - 2 month ago

Depois da dobradinha , Autódromo do Algarve quer trabalhar para manter MotoGP e F1

O Autódromo Internacional do Algarve (AIA) promete trabalhar muito para manter a Fórmula 1 e o mundial de velocidade MotoGP, cuja ‘dobradinha’ corresponde aos frutos do trabalho realizado nos últimos 12 anos. O anúncio da prova de MotoGP é o culminar de 12 anos de trabalho, que nos permite colher os frutos de tudo o que fizemos. Passámos um carrossel de dificuldades, com momentos difíceis e outros bons, mas hoje temos uma alegria , disse o diretor de circuito, Paulo Pinheiro, em conferência de imprensa.A última prova do campeonato do mundo de velocidade MotoGP vai decorrer no AIA entre 20 e 22 de novembro, anunciou hoje a Dorna, promotora do evento, cerca de um mês depois do Grande Prémio de Portugal de Fórmula 1, de 23 a 25 de outubro, que tinha sido confirmado há duas semanas.Paulo Pinheiro promete trabalhar muito para garantir que o voto de confiança depositado pela Liberty (Fórmula 1) e pela Dorna, que organizam as duas provas, possa ser renovado no próximo ano. Toda a nossa equipa - e aqui incluo também Turismo de Portugal, Turismo do Algarve, câmaras e outras entidades - terá de fazer uma grande corrida para que seja impossível dizer que não a Portimão. O nosso objetivo é, para o ano, termos F1 e MotoGP. E normalmente, quando a gente quer uma coisa a gente consegue , sublinhou o diretor do AIA.Numa situação normal, não verificada este ano face aos efeitos da pandemia de covid-19, uma corrida de Fórmula 1 custa, no mínimo, 40 milhões de dólares e uma corrida de Moto GP custa, no mínimo, 10 milhões de dólares.Paulo Pinheiro reconheceu que esses são valores elevados, mas lembrou que o autódromo algarvio e o país têm prós que poderão permitir negociações em condições que os outros países não conseguem , nomeadamente a qualidade da pista reconhecida pelos pilotos, o clima, a resposta à covid-19 e a força institucional muito forte de dirigentes portugueses nas federações internacionais. Tudo isto dá-nos um peso que outros países não têm. Nós temos feito um bom trabalho de casa e, como consequência, estamos agora finalmente a colher esses frutos. Temos de responder ao desafio com um bom nível organizativo, de agarrar nisto com as duas mãos e trabalhar, trabalhar, trabalhar , acrescentou.Já para a presidente da Câmara de Portimão, a conjugação da realização das corridas de Fórmula 1 e Moto GP é a tempestade perfeita , elogiando Paulo Pinheiro pelo seu trabalho. Isto é a tempestade perfeita, temos aqui todos os condimentos e isso, de facto, só se consegue com muito trabalho. Paulo, tens de ser uma pessoa feliz e perfeitamente realizada, porque conseguiste a ‘dobradinha’. Não é fácil ter a MotoGP e a F1 , referiu Isilda Gomes.O presidente da Federação Internacional de Motociclismo, o algarvio Jorge Viegas, ressalvou que, para 2021, a prova de MotoGP não está, para já, incluída no calendário, mas a autarca apelou à defesa das suas raízes . Sendo algarvio, será a primeira pessoa a fazer tudo o que for possível para a prova voltar. Podemos contar consigo para que no próximo ano possamos estar a viver um momento idêntico a este , concluiu Isilda Gomes.


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